quinta-feira, 25 de março de 2010

Dez dicas para emissão da nota fiscal eletrônica

Em 2010, haverá três etapas de adoção ao novo modelo, com a entrada de um grupo de contribuintes em abril, junho e outubro. Cerca de 550 novos setores da economia brasileira terão de emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em 2010, com a adoção do modelo em três datas 01/4, 01/6 e 01/10, acompanhadas pelas secretarias estaduais de Fazenda (Sefaz).

Desse volume, quase metade, ou 200 segmentos, são obrigados a atender à exigência do Fisco a partir de abril. Segundo a G2KA Sistemas, muitos contribuintes não estão prontos para se livrarem do antigo talonário em papel, motivo pelo qual a empresa especializada em NF-e criou em seu site uma seção para esclarecer dúvidas sobre o assunto.

A seção já conta com mais de 100 perguntas respondidas. Segundo o sócio da G2KA,  Maicon Klug, a área foi desenvolvida para auxiliar as empresas que necessitam se adequar por força da exigência do governo ou que desejam buscar uma solução para melhorar a gestão administrativa, esclarecendo dúvidas gerais sobre documentação eletrônica, sejam elas técnicas ou de negócio.
 
A implantação da NF-e é uma obrigatoriedade estabelecida pelo protocolo Imposto por Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) 10/07, alterado pelo Protocolo ICMS 87/08, e o Artigo 7º da Portaria da Coordenadoria de Administração Tributária (CAT)162/2008.

O sistema foi testado inicialmente, de forma voluntária, por um grupo de empresas e a partir de 1º de abril de 2008 tornou-se obrigatório, com o enquadramento dos primeiros setores da economia: indústria de cigarros, distribuidores e atacadistas dessa área; distribuidores de combustíveis, revendedores e transportadores de gasolina. Aos poucos outros segmentos foram incuídos, porém é em 2010 que entrará o maior número de contribuintes desde que regulamentação entrou em vigor. 

Para orientar sua empresa nesse processo, a G2KA listou as dez principais dúvidas sobre a NF-e. Veja a seguir:

1- Como sei se minha empresa é obrigada a emitir a NF-e em 2010?
O enquadramento das empresas que precisam emitir a NF-e é acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). O contribuinte deverá verificar se seu código aparece no Anexo Único do CAT de acordo com as três datas estabelecidas para adoção ao modelo em 2010. A Sefaz de seu Estado de competência tem essa relação, bem como seu contador.

2- Quais os benefícios da NF-e para o contribuinte?
Além de o Fisco poder acompanhar, em tempo real, a atividade econômica e a integração de informações com as Secretarias de Fazenda dos estados com a Receita Federal, o contribuinte será beneficiado com redução de custos administrativos, tempo de impressão de documentos fiscais, gastos com armazenamento de arquivo em papel, além de diminuir despesas com a racionalização e a simplificação das obrigações acessórias, entre outros ganhos.

3- É preciso trocar o sistema de gestão empresarial (ERP) para emitir o documento eletrônico?
Não. Porém, sua empresa precisa solicitar ao fornecedor a integração para que haja compatibilidade com o sistema de gestão da NF-e. Empresas como SAP, Totvs, Oracle e Microsoft e outras já ajustaram seus pacotes para atender a exigência do governo brasileiro.

4- Quem não tem ERP precisa comprar um para atender a lei brasileira?
Não necessariamente, embora o sistema de gestão seja recomendado pelos especialistas para melhorar a eficiência de seu negócio.

5- Eu preciso comprar um software especifico para emitir a NF-e?
Sua empresa pode recorrer a uma solução do mercado ou usar aplicativos gratuítos. Um deles é o fornecido pela Sefaz do Estado de São Paulo. Porém, ele tem funcionalidades limitadas e é necessário se preocupar com questões de suporte. Outra alternativa é solução sem custo oferecida pela Dzyon pelo modelo de cloud computing.

6- É possível alterar uma NF-e após sua emissão?
Após sua emissão ter sido autorizada pela Sefaz estadual, uma NF-e não poderá sofrer qualquer alteração, pois a modificação no conteúdo invalida a assinatura digital.

7- Dá para pedir o cancelamento de uma NF-e?
Sim. O pedido tem de ser feito num prazo de até sete dias por meio da geração de um arquivo XML específico para isso. Da mesma forma que ocorre com a solicitação de emissão de uma NF-e de circulação de mercadorias, o pedido de cancelamento deverá ser autorizado pela Sefaz. O contribuinte terá de enviar uma solicitação ao órgão com seu código de protocolo autorizado para emissão do documento, informando o motivo da suspensão.

8- Como proceder quando não for possível transmitir a NF-e por causa de problemas técnicos?
Uma saída é emitir o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) em papel de segurança (papel moeda). Quando a comunicação com a Sefaz for reestabelecida a empresa pode enviar o registro dos documentos gerados. Já se o serviço da Sefaz estiver em contingência programada, a transmissão poderá ser feita pelo sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) do órgão.

9- Qual a diferença entre ambiente de homologação e produção?
Cada Sefaz estadual montou dois ambientes para o recebimento de NF-e. Um é de  testes para que os contribuintes possam realizar as adaptações de seus aplicativos. Nesse local, os documentos emitidos não têm valor fiscal, pois estão no chamado ambiente de homologação. O outro, onde as NF-es têm valor fiscal, é chamado de produção.

Normalmente as empresas começam no ambiente de homologação. Após aprenderem o processo da NF-e e adequarem seus aplicativos, elas passam para a produção e deixam de emitir documentos nos modelos 1 e 1A.

10 - Tenho várias empresas. É necessário de ter um certificado digital para cada estabelecimento?
O certificado ICP-Brasil nos modelos A1 ou A3 levará o CNPJ da matriz se o processamento da NF-e for centralizado. Diferentes locais de processamento necessitam de um certificado para cada CNPJ. 

Fonte: ComputerWorld

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Empresa usa vídeo na internet para divulgar a marca e é visto por 2.6 milhoes de pessoas

A empresa americana Rush T-Shirts vende camisetas customizadas pela internet. Para divulgar a companhia, recém-criada, os donos do negócio decidiram criar uma forte campanha de marketing na web e contrataram a Rhett and Link, especializada em fazer vídeos para a web. “Eles se mostraram bem capazes de criar uma campanha consistente e que trouxesse retorno para o nosso site”, disse Dan Broudy, sócio da Rush T-Shirts, à Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Broudy só disse que queria uma grande exposição de sua loja online, o resto ficou por conta da Rhett and Link. “Eu não determinei que eles usassem stop motion no vídeo. Foi ideia deles. E como você pode ver, funcionou muito bem”, afirma.

Em quatro semanas de campanha, o vídeo Guerra de Camisetas foi visto por mais de 2,6 milhões de pessoas. “Isso trouxe um grande tráfego para a nossa loja virtual”, conta Broudy. “E o melhor: informou a mais de 2,6 milhões de pessoas sobre a nossa existência.” A elevada audiência só foi possível porque o vídeo, muito bem feito, se espalhou pela internet. O conceito do vídeo é de diversão e ele não se propõe, necessariamente, a vender camisetas para quem o assiste. Talvez aqui esteja o segredo de seu sucesso.

Broudy diz que ainda não dá para mensurar as vendas que fez em consequência da campanha na internet, mas acredita que já conseguiu um bom resultado expondo sua marca a tantas pessoas. Para fazer o vídeo, a Rush T-Shirts confeccionou mais de 200 camisetas com estampas diferentes.

Fonte: Papo de Empreendedor

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sábado, 20 de março de 2010

White Death: O Franco-Atirador Finlandês que Matou 700 Soviéticos em 100 Dias

The_White_Death_taking_aim
Image: Photographer unknown

Escondido na neve, com sua camuflagem branca tornando-o invisível aos soldados soviéticos invasores que ele espreitava, Simo Häyhä preparava-se para atirar. Durante o inverno da 2a. Guerra Mundial (1939–1940), em temperaturas de até –40°C, o atirador finlandês foi responsável por matar pelo menos 700 homens em menos de 100 dias. Em mais de 500 desses ele atirou com um rifle padrão, sem vista telescópica. Não é de se surpreender que ele tenha ganho o apelido de "Morte Branca" entre seus inimigos. Conheça o homem que faz o personagem Rambo parecer um amador:

Young_Simo_Häyhä_before_being_wounded
Image: Photographer unknown

The sharpshooter who would later be credited with the highest number of confirmed kills in any war in history came from humble rural beginnings. Born near the present day Finnish-Russian border, Häyhä was a farmer and hunter before entering combat, though it’s no shock to learn he already had his share of marksman’s trophies. His skills sharpened by the sort of training only life can offer, this tough little outdoorsman was always going to be a handful, and when the Red Army invaded Finland three months after the outbreak of WWII, Häyhä heard the call of duty.

Simo_Häyhä_after_being_awarded_the_honorary_rifle
Image: Finnish Military Archives

Little was the operative word. Häyhä stood just 5 ft 3 in (1.6 m) tall, which was one basis for his choice of weapon, an M/28 or M28/30 Soviet Mosin-Nagant rifle that suited his small frame. He also rejected a scoped rifle in favour of basic iron sights for other reasons: it meant he presented less of target as he could keep his head lower; it negated the risk of his position being exposed by sun glare in a telescopic lens; and lastly open sights were not prone to fogging up or breaking which was a concern in the snow and ice of the Winter War. Häyhä was a professional.

The_White_Death_being_honoured_in_Kollaa_17_February_1940
Image: Photographer unknown

Of course an iron-sighted rifle also made aiming more difficult, but with 505 confirmed kills as a sniper – the other 200 he shot using a sub-machine gun – Häyhä clearly had a keen eye. Another tactic this greatest of gunmen used to conceal his own position from the enemy was to compact the snow before him so that his shot would not disturb the snow, and in true commando fashion he also kept his mouth was full of snow so that his breath did not give him away.

Häyhä_smiling_after_being_awarded_his_rifle
Image: Photographer unknown

Despite such measures, Häyhä’s fearful reputation preceded him, and the advancing Soviets tried several strategies specifically designed to dispose of this deadly lone menace. Teams of counter-snipers and artillery units were deployed with the sole purpose of eliminating The White Death, but the snow-covered forests of Finland were his hunting grounds, not theirs.

Häyhä_promoted_to_Second_lieutenant,_28_August_1940
Image: Finnish Military Archives

Eventually, however, the Finnish sharpshooter’s exploits caught up with him. On March 6 1940, he was shot in the face while on the frontline by a Russian soldier. The exploding bullet went through his jaw and blew off his left cheek, with the soldiers who picked him up and brought him back to base reporting that “half his head was missing”. Yet Häyhä – said to be a quiet, affable man – was still able to survive, awakening from his coma on March 13, the day peace was declared.

Finnish_Lahti-Saloranta_M/26_LMG_in_firing_position_at_Kollaa
Image: Photographer unknown

The heroic stand taken by Simo Häyhä and his fellow Fins against Soviet forces that outnumbered them by as much as 100:1 is often referred to as The Miracle of Kollaa. When the war had ended, Häyhä was promoted straight from corporal to second lieutenant. He went on to become a successful moose hunter and lived to the age of 96. When he was asked about his service, he stated, “I only did what was ordered, and did it as well as I could.” Asked what the key to his success was, his short answer was, “Practice… and clear days.”

Fonte: http://www.environmentalgraffiti.com/featured/white-death-simo-hayh/20951

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