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Salas Comerciais em Brasília (DF) com preço até 10% abaixo da tabela das construtoras? Conheça o City Offices. Entrega em Dez/2011.
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As soluções em softwares livres concorrem as soluções proprietárias. E, em muitos casos, são mais eficientes, pois, com elas, computadores de baixo desempenho podem processar informações como se fossem novos. A emprese Cast .uma das participantes do programa, ajuda no desenvolvimento de soluções livres para o Programa de Inclusão Digital do Banco do Brasil
Tucunaré
Derivado do Debian GNU/Linux, agrega um conjunto de softwares livres de alta performance, fornece soluções de escritório, multimídia, telefonia PABX IP, ensino, lazer e muitas outras. Suas atualizações são feitas periodicamente, por meio de processo automatizado via internet, basta apenas a concordância do gestor do telecentro. Propicia a sobrevida dos computadores obsoletos mediante a utilização de um servidor de média capacidade, que suporta o processamento de até 20 computadores de baixo desempenho. Disponibiliza o funcionamento de um telecentro comunitário (conectado à internet) ou de salas de informática (sem conexão). Com isso, provê acesso ao mundo de soluções tecnológicas de informação aos cidadãos das comunidades atendidas.
Ocara
Este aplicativo permite às comunidades usuárias de telecentros o gerenciamento dos espaços públicos para acesso à internet e demais tecnologias de informação. Promove a administração eficiente do uso desses espaços comunitários de maneira disciplinada e democrática. Opcionalmente, de acordo com a orientação de cada comunidade, possibilita o custeio do telecentro por meio de cobrança de taxas pelo uso dos equipamentos. Além disso, mantém um banco de dados dos usuários, que permite a geração de informações sobre o perfil das comunidades, podendo ser usado, por exemplo, para selecionar ações sociais mais eficientes.
Portal Rede Telecentro
Site institucional do Programa de Inclusão Digital do Banco do Brasil, é o canal de comunicação da coordenação do programa com as comunidades. No portal, encontram-se informações institucionais sobre o programa, sua capilaridade regional, fotos de telecentros, tutoriais, videoaulas, mapa para localização de telecentros, entre outras funcionalidades que podem ser acessadas por meio do linkwww.redetelecentro.com.br
Segundo Motta, as três propostas são complementares, pois atuam em três vetores de fomento à indústria brasileira de jogos de computador: redução de preços ao consumidor, combate à pirataria e incentivo à produção nacional.
Benefícios para a Indústria
O parlamentar ressalta que o mercado de jogos eletrônicos alimenta uma cadeia de desenvolvimento de software e roteiros digitais, além de serviços e infraestrutura de rede para jogos em tempo real. "Os investimentos para o desenvolvimento desses títulos atingem centenas de milhões de dólares para gerar superproduções digitais que rivalizam com estúdios cinematográficos em público e faturamento." Motta lembrou que muitos dos avanços da indústria de entretenimento digital são incorporados, posteriormente, por outros segmentos da indústria e também da academia.
O texto aprovado inclui também previsão de estimativa da renúncia fiscal, de acordo com determinação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF, Lei Complementar 101/00). A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação, Constituição e Justiça e de Cidadania. As informações são da Agência Câmara.
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Um homem que trabalha em uma operadora de telefonia móvel contou como é orientado a agir quando um cliente liga querendo cancelar um serviço. Segundo ele, a meta é não deixar o cliente sair da operadora. Para isso, a cada ligação, é preciso enrolar para que o contratante não consiga concluir o cancelamento.
“Na hora que o cliente tá muito irritado, porque eles obrigam a gente fazer isso com o cliente, aí a gente pega e transfere o cliente pra outro setor, passa o número de protocolo errado. As vezes, até chega ao ponto de desligar o cliente”, explica o atendente de telemarketing. O funcionário disse que pode levar advertência e ter três dias descontados no salário, caso o cliente consiga efetuar o cancelamento.
Um telemarketing de outra empresa de telefonia revelou as estratégias que são ensinadas aos atendentes para tentar segurar os clientes. De acordo com ele, no treinamento é ensinado que quanto mais difícil a linguagem usada com o cliente, mais chances de retê-lo. Pelo fato de não entender a linguagem, da área de marketing, o cliente acaba desligando o telefone e desistindo de cancelar o plano, explica o funcionário.
A estudante Carolina Machado Leite, cliente de um operadora, relata que mudaram o plano dela sem ela saber. E ao chegar a fatura, ficou surpresa com o valor a pagar. Segundo ela, foi preciso recorrer ao serviço de proteção do consumidor. “No Procon, resolveu na mesma hora. Na mesma hora, foi emitida uma fatura pra mim no valor normal que deveria ter vindo”, afirma.
O atendente de telemarketing explica casos parecidos com o da estudante. Segundo ele, muitas vezes, planos são ativados assim que os clientes confirmam os dados. “Às vezes, o cliente nem tem noção do que ele tá pagando, certo? Às vezes ele tá recebendo um produto na casa dele sem ele conhecer”.
Campeão de Reclamações
Segundo o Sistema Nacional de Informação de Defesa do Consumidor, o serviço de atendimento por telefone das empresas de celular é o segmento campeão de reclamações nos Procons de todo o país. No Procon de Belo Horizonte, o total de reclamações contra os chamados Serviços de Atendimento ao Consumidor (Sacs) foi de 1.350, até o fim de agosto deste ano.
O administrador de empresa Eduardo Miranda reclama do serviço oferecido por meio do 0800. De acordo com ele, a intenção ao realizar a ligação é resolver um problema, mas ao fim acaba tendo outro. “Eles vão transferindo a ligação para várias pessoas e isso se repete várias vezes, e o problema não é solucionado”, reitera. “Eles precisam mais de treinamento e sensibilidade, eu acredito”, completa o administrador.
O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações e Telemarketing (Sinttel), Tiago Cassiano, confirma que os funcionários são pressionados dentro das empresas para conseguir atingir as metas. Ele fala como essas exigências podem trazer consequências negativas para o operador. “Nós temos hoje jovens com depressão, com estresse. É jovem que tem no seu dia-a-dia medicamentos de tarja preta jovens fazendo tratamento”, critica.
De acordo com Cassiano, muitas vezes, essas doenças não são reconhecidas como ocupacionais por causa da pouca idade do funcionário e por se tratar de uma doença que não é visível e, sim, psíquica.
Direito do Consumidor
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) informou que, as práticas utilizadas pelos operadores, como falar difícil ou acionar planos sem a autorização dos clientes, são abusivas, proibidas pela legislação que regula a operação de telemarketing. O vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB, Bruno Burgarelli, explica que informações falsas podem gerar multas às empresas e o pagamento de danos morais e materiais ao consumidor.
“É fundamental que o consumidor tenha o maior número de dados em relação ao que foi fechado no telemarketing. Cópia do contrato por escrito, seja informações sobre o que foi passada pelo operador de telemarketing, o número de protocolo, o dia do atendimento, o horário do atendimento. Essas informações podem ser muito úteis numa eventual discussão judicial ou extra-judicial”, afirma Burgarelli.
Fonte: G1
A obrigatoriedade de ação do sistema havia sido adiada outras três vezes. Primeiro, era prevista para setembro do ano passado. Depois, para março e então setembro deste ano. Entidades como a Força Sindical, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), haviam pedido ao governo mudanças nas novas regras.
Na última semana de agosto, foi realizada a última reunião do grupo de trabalho criado para discutir o novo ponto eletrônico. Empresários apresentaram alternativas ao REP, mas elas não foram aceitas por representantes doMinistério do Trabalho. Os empresários haviam sugerido que as empresas tivessem a opção de registrar os horários de entrada e saída dos empregados por meio de sistemas eletrônicos, com certificação digital, e tirava a necessidade da concordância do trabalhador com o sistema alternativo ao novo ponto eletrônico, já que dispensava o acordo coletivo para utilizá-lo.
Venda de aparelhos
A Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto (Abrep) informa que até final de julho deste ano já foram vendidos 260 mil equipamentos desde que a portaria foi lançada. Não há números atualizados.
Dimas de Melo Pimenta III, presidente da Abrep e vice-presidente da Dimep, fabricante de aparelhos de ponto eletrônico, informa que a procura no mês de agosto, quando o novo ponto estava previsto para entrar em vigor em 1º de setembro, aumentou em 50% em comparação com os meses anteriores. Já em setembro, o aumento foi de 20% na procura em relação aos demais meses. Segundo Dimas, a procura tem sido maior por pequenas e médias empresas.
Dimas diz que, por causa da competitividade e da evolução dos próprios equipamentos, os valores dos aparelhos caíram a ponto de custarem o mesmo que os relógios usados antes do lançamento da portaria 1.510.
“Os aparelhos tiveram preço reduzido desde os primeiros meses de comercialização para cá. Os mais simples para as pequenas e médias empresas têm valor médio de R$ 1,7 mil. Já os mais caros custam cerca de R$ 3,8 mil”, diz.
Segundo Dimas, o tempo médio entre a implantação e o funcionamento do aparelho é de cerca de três semanas para pequenas e médias empresas (que tenham entre 50 e 100 funcionários). “Tem que cadastrar funcionários, criar regras, treinar os empregados e fazer ajustes de procedimento interno da empresa”, diz. De acordo com ele, é comum as empresas colocarem um relógio por departamento para ter uma medição mais precisa do horário dos empregados.
"Quanto mais próximo [o ponto eletrônico] do funcionário, melhor para medir o horário e sai mais barato ter perto do departamento do que pagar hora extra. Hoje a tendência é usar equipamentos menores e mais pulverizados", afirma Dimas.
As empresas que optarem por usar o novo ponto eletrônico devem preencher o cadastro dos equipamentos no site do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço eletrônicohttp://portal.mte.gov.br/pontoeletronico. O cadastro é para que os empregadores se protejam contra eventuais fraudes. No site do Ministério do Trabalho existe uma lista das empresas e aparelhos homologados. São 29 empresas e 117 modelos de relógios homologados.
Como é o novo ponto
O ponto eletrônico está programado para emitir um comprovante a cada vez que o empregado bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.
Ouvidas pelo G1 em junho de 2010, as entidades criticavam, entre outros aspectos, a obrigação de impressão do comprovante, o custo para adquirir os novos relógios e a possibilidade de demora e geração de filas enquanto os trabalhadores aguardassem para a emissão do papel. Em julho, o ministério divulgou comunicado dizendo que o processo seria rápido e não provocaria filas.
A portaria diz que nos primeiros 90 dias após a entrada em vigor da obrigatoriedade, a fiscalização terá caráter de orientação. Nas duas primeiras visitas à empresa, o auditor-fiscal do trabalho dará prazo de 30 a 90 dias para as empresas se adaptarem. A partir da terceira visita é que começa a ação repressiva, segundo o ministro Lupi.
Fonte: G1
Para descobrir se o local foi construído perante a lei, é preciso fazer uma consulta na prefeitura ou ao registro de imóveis. “Se o condomínio for ilegal, o morador pode deixar de pagar ou, se quiser se precaver, entrar com uma ação de consignação de pagamento e depositar o valor em juízo”, explica.
O tema foi tratado pelo Supremo Tribunal Federal algumas vezes, mas esta foi a primeira pronuncia sobre o assunto. A decisão do STF foi tomada a partir do julgamento de um recurso particular - no Rio de Janeiro-, que permitia a prática.
O texto relatava que as associações de moradores poderiam exigir dos não associados para o custeio dos serviços a serem prestados. O ministro Marco Aurélio Mello não concordava com a tese e resolveu argumentar que taxas não podem ser criadas sem leis.
A ementa da decisão judicial editada no Rio não é vinculante, mas tem sido bastante procurada. Para a advogada Bárbara Bacellar, representante dos morados que foram à Justiça, a decisão é um marco.
Fonte: Jornal O Globo
Inadimplente tem igual direito - A primeira súmula, comenta o especialista em direito imobiliário, determina que o comprador do imóvel, mesmo inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e rever as quantias pagas. A segunda impõe que a devolução da quantia paga deve ser feita em uma única parcela, com correções. A terceira súmula deixa claro que, após devolver em juízo o que foi pago pelo comprador, a incorporadora não pode pedir qualquer indenização do consumidor no mesmo processo.
“Em geral, os contratos das principais incorporadoras do País contêm cláusulas que preveem a retenção de até 90% dos valores pagos, caso o comprador desista do negócio. Entretanto, tais cláusulas têm sido sistematicamente consideradas abusivas pela Justiça. O vendedor pode sim, fazer retenções, mas apenas de alguns gastos administrativos”, alerta Tapai.
Casos favoráveis aos desistentes - “As multas cobradas pelas incorporadoras são consideradas abusivas, e os valores pagos são realizados em parcelas a perder de vista”, afirma o advogado. Responsável por cerca de 350 ações contra as principais imobiliárias do País, Tapai vem colhendo decisões judiciais favoráveis, que consideram ilegais as retenções praticadas.
Um exemplo de decisão favorável é o de um comprador que desistiu do imóvel por ter desfeito o noivado. Até a desistência, já havia pago R$ 35 mil , e teria que desembolsar mais outros R$ 12 mil, em razão de taxas. “(A soma da retenção, mais as taxas) representava o equivalente a 20% do valor do imóvel, na ocasião - R$ 235 mil”, comenta Tapai.
Outro exemplo positivo, citado pelo especialista, é o de um cliente que, pouco tempo após a compra, se viu obrigado a desistir do imóvel por ter perdido o emprego. “A incorporadora queria devolver o dinheiro já pago somente quando a obra ficasse pronta e o apartamento fosse vendido”, relembra o advogado.
De acordo com Tapai, o que ocorre atualmente é que as construtoras pagam o valor da rescisão da forma como receberam do mutuário: em parcelas. “Com a decisão do TJ-SP, esse valor deverá ser devolvido com a correção monetária e os juros previstos em contrato”, de acordo com o advogado.
Marcelo Tapai acredita que “a iniciativa do TJ-SP deve agilizar o número de processos existentes nas Cortes – a estimativa é de que haja quase 20 milhões de processos, e, conseqüentemente, obrigará mais transparência por parte das incorporadoras, na hora de oferecer um imóvel e realizar um contrato”.
Fonte: Exame
Além do pagamento dos impostos mensais, o Contador Amigo traz uma série de funcionalidades: calendário fiscal, cálculo de impostos em atraso, envio da GFIP, Rais, check up fiscal, livro caixa, alterações contratuais e entre outras. De acordo com Vitor Maradei, diretor da VAD, o acesso ao portal é gratuito durante 30 dias, para que o interessado possa avaliar as funcionalidades do sistema.
Após esse período, é cobrada uma taxa mensal de R$ 50,00 que poderá ser quitada através de cartão de crédito ou boleto bancário. O valor, segundo o executivo, é inferior às taxas cobradas por escritórios de contabilidade.
A equipe responsável pela gestão do portal é composta por jornalistas, comunicadores e especialistas em usabilidade. Este grupo, assessorado por contadores e advogados, teve o cuidado de, em diversas ocasiões, visitar pessoalmente os órgãos públicos, para dirimir dúvidas e verificar na prática os possíveis entraves para cada tipo de demanda fiscal. “É um trabalho duro, mas esperamos, com isso, contribuir para dar maior transparência à legislação fiscal do país e auxiliar na construção de um país mais moderno e eficiente”, afirma Maradei.
Fonte: TI Inside
Jovens rapazes em mercados emergentes têm probabilidade maior de cairem vítimas do cibercrime, cujo custo total por ano se aproxima da escala do tráfico global de drogas, segundo estudo da divisão Norton da Symantec realizado em 24 países, entre eles o Brasil.
O estudo, intitulado 2011 Norton Cibercrime Report, estima o custo total do cibercrime em 388 bilhões de dólares por ano, o que inclui 114 bilhões de dólares em roubos diretos e tempo gasto na resposta a ataques e outros 274 bilhões referentes ao tempo perdido pelas vítimas por causa dos cibercrimes cometidos contra elas.
O custo estimado pelo relatório para a atividade de cibercrime no Brasil foi de 15 bilhões de dólares em roubos diretos e 48 bilhões de dólares em tempo gasto na resposta aos ataques. Nos Estados Unidos, esses custos foram de 32 bilhões e 108 bilhões de dólares, respectivamente.
Comparados, os custos totais no Brasil (63 bilhões de dólares) equivalem a 45% dos custos nos EUA (140 bilhões), ou quase a metade. No total, 589 milhões de pessoas foram afetadas pelo cibercrime, 431 milhões apenas nos últimos 12 meses, afirma o relatório, que tem como base dados de 19.636 entrevistas.
Tráfico
O relatório compara o cibercrime ao tráfico global de drogas, que segundo estimativas gira cerca de 411 bilhões de dólares em todo o mundo. O cibercrime já supera o total de vendas de maconha e cocaína no mercado negro, que movimenta algo em torno de 288 bilhões de dólares, afirma a Norton.
A forma mais comum assumida pelo cibercrime é a de vírus e malware, dos quais 54% das pessoas já foram vítimas - no Brasil, esse índice ficou em 68%, empatado com o da China e inferior apenas ao do México. Em seguida vêm os golpes online do tipo scam (11%) e phishing (10%). A Norton também estimou os crimes cometidos por celular e descobriu que 10% das pessoas foram vítimas dessa modalidade, que inclui também o smishing - phishing via SMS.
Nos 24 países analisados, a empresa descobriu que 1 milhão de pessoas por dia são vítimas de cibercrime. A pesquisa indica que, no Brasil, 80% dos adultos já foram vítimas de algum tipo de cibercrime. O índice é igual ao de Cingapura e Índia e inferior apenas aos do México (83%), da África do Sul (84%) e da China (85%). O país com menor índice é o Japão (38%).
"Países como África do Sul e Brasil, onde os índices de crimes físicos contra as pessoas estão entre os mais altos do mundo, emergem nitidamente como capitais do cibercrime", declarou o conselheiro líder de cibersegurança da Norton, Adam Palmer, no relatório.
Riscos
Quanto mais tempo as pessoas ficam online, mais provável será que elas sejam afetadas. Entre o grupo que fica 49 horas online por semana, 79% já se tornaram vítimas; entre os que gastam 24 horas ou menos online, esse índice é de 64%.
A geração do milênio (75%) tem mais probabilidade de ser vítima de cibercrime que os Baby Boomers (61%), e os adultos em mercados emergentes (80%) são mais vítimas que os de mercados maduros (64%), afirma o estudo.
A chance de uma pessoa cair vítima do cibercrime aumenta se ela costuma visitar conteúdo adulto online (80%), mente sobre si mesma na Internet (78%) e utiliza redes Wi-Fi gratuitas (77%).
Esses números são três vezes maior que o de vítimas de crimes físicos, ou não virtuais. Independentemente disso, a Norton destaca que 70% dos entrevistados pensam que estarão mais seguros online que no mundo real nos próximos 12 meses.
Alguns dos problemas podem ser prevenidos, afirma a Norton, que também estima em 41% dos adultos que não atualiza os programas de segurança de seus computadores.
Fonte: artigo de Tim Greene para Network World
Outro aspecto importante, segundo ele, é que a nova regra se aplica aos condomínios que não estejam formalmente constituídos. Significa que, a partir de agora, para requisição do certificado digital, será “obrigatória a apresentação da notícia dos cartórios de registro de imóveis de que tal condomínio exista ao menos fisicamente”, explica.
Segundo Garcia, há uma demanda considerável de condomínios que estão nessa situação (não estão formalmente constituídos), de forma que era preciso abrangê-los sem ferir quaisquer premissas legais.
“Temos a informação de que, aproximadamente, 20% dos condomínios não estão formalmente constituídos. Como diretriz do ITI, é importante garantir a segurança jurídica e permitir a emissão, na melhor forma da lei, do certificado digital”, finaliza.
Já o Banco Central publicou na segunda-feira, 29, a Carta-Circular nº 3.520, determinando que os arquivos dos contratos de câmbio assinados digitalmente deve adotar o padrão de assinatura da ICP-Brasil.
De acordo com o documento, que já entrou em vigor e produzirá efeitos a partir de 3 de outubro, os procedimentos e padrões técnicos vigentes serão substituídos pelo padrão de assinatura digital definido DOC-ICP-15 e detalhamentos, que são regulamentados pela Resolução nº 76, de 31 de março de 2010, do Comitê Gestor da ICP-Brasil.
O contrato de câmbio foi o primeiro documento bancário a receber assinatura digital usando certificados padrão ICP-Brasil.
A obrigatoriedade vale para empresas com mais de dez funcionários que já utilizavam o sistema de registro. O novo aparelho permite emitir comprovantes de entrada e saída de cada colaborador. Na entrada e saída do trabalho e para o almoço,é emitido um tíquete ao passar o crachá. Os papéis também ajudam a comprovar horas extras e evitar faltas indevidas.
Segundo o Ministério do Trabalho, mais de 100 mil empresas já utilizam o novo equipamento, com mais de 260 mil unidades do Registrador Eletrônico de Ponto vendidos.
Além disso, a Secretaria de Inspeção do Trabalho divulgou que cerca de R$ 1,3 bilhão foi recuperado em contribuições para Previdência Social e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no ano passado, apenas com a implantação parcial pelas empresas.
Estima-se que cerca de R$ 4,7 bilhões anuais sejam recuperados após a implantação total.
Fonte: ADVFN
A decisão da Microsoft de criar uma interface gráfica específica, e não um sistema operacional completamente independente para tablets, foi tomada com base na percepção da empresa de que o principal ativo da companhia é a onipresença do Windows - e do pacote Office - no ambiente corporativo.
A principal vantagem, do ponto de vista do consumidor, é que será possível utilizar, nos tablets, programas desenvolvidos para Windows. Isso não é possível, por exemplo, com o iPad, que não é compatível com aplicativos criados para computadores Mac.
"Acreditamos que o usuário vai querer fazer com o tablet tudo o que ele faz em seu computador no escritório", afirmou, ao G1, o vice-presidente sênior da divisão de comunicações móveis da Microsoft, Andy Lees, durante evento no Mobile World Congress de Barcelona.
O presidente da Microsoft, Steve Ballmer, afirmou em janeiro, na abertura do Consumer Electronics Show 2011, que a nova versão do sistema operacional Windows seria compatível não apenas com os computadores tradicionais, com arquitetura Intel, mas também com equipamentos mais leves, com processadores ARM e tela sensível ao toque.
Para o usuário final, o serviço será como uma carteira eletrônica, que ele carrega de dinheiro e vai gastando aos poucos, em transações realizadas via celular. "É importante gerarmos o hábito do uso. Para isso, o ideal são pagamentos pequenos e recorrentes, como a passagem em transportes públicos. Assim foi feito no Japão, por exemplo", cita Silvana Machado, vice-presidente da AT Kearney, que auxilia a Febraban nesse projeto. Ela destaca também a necessidade de o serviço ser seguro e fácil de usar: "Não pode ser algo complicado, cheio de senhas e contrassenhas". A precificação do serviço poderá variar de banco para banco. É provável que a Febraban defina um limite de valor por transação, por questões de segurança.